Somos um só

terça-feira, 23 de julho de 2013

A greve da educação e a crise dos grupos político-ideológicos


Com 24 dias de greve, de manifestações, surgem algumas lições. As duas diretorias, a do SINTEAC e a do SIMPLAC fazem o papel de agentes políticos e ideológicos a favor do governo e contra a classe dos trabalhadores em educação. São verdadeiros inimigos dos trabalhadores disfarçados de líderes sindicais.
E paralelamente aos falsos sindicalistas, instalados nos postos políticos estão os governistas que outrora eram sindicalistas radicais.
É bom duvidar da maioria dos revolucionários, porque ao chegar ao poder não põem em prática suas utopias e se transformam em contra-revolucionários, em conservadores.
Os políticos do PT que estão no poder do país, do estado e da capital, hoje; ontem eram grevistas, revolucionários, eles eram oposição aos que estavam no governo.
A grande maioria dos grevistas e opositores do PSDB, PMDB e sem partidos, de hoje; amanhã, ao chegar ao poder, serão reacionários, serão conservadores e contra os trabalhadores.
Essa metamorfose ocorre porque o poder corrompe. Porque há um sistema social maior que encanta e engole o indivíduo desejoso de poder, dinheiro, sexo, e prestígio.
É preciso um equilíbrio e um grau de consciência, rara entre os homens e as mulheres.
Essa consciência está brotando no interior das pessoas que participam com rebeldia das manifestações.
Vivemos uma época em que o espírito não aceita mais injustiça. O cidadão quer liberdade plena. As pessoas estão se rebelando, estão mudando a si próprio e sendo espelho para os outros, isso contagia. É a mudança para o indivíduo que não aceita mais as liderança dos outros, ela,  a pessoa,  é líder de si mesma.

As manifestações hoje é um espírito de uma época. 

domingo, 30 de junho de 2013

Amar o próximo é amar a si mesmo

Aos amigos e amigas, também aos futuros amigos, e aos meus semelhantes. É muito bom a nossa amizade, é como sentir o cheiro das flores, ouvir o canto dos pássaros, o fluir da existência, a eternidade do agora. Eu a amo porque todas as pessoas tem uma natureza divina. Somos um só espírito unido. Todos os seres são semelhantes em seu conteúdo. O que nos unifica é a espiritualidade. Nós somos uma síntese chamada Deus.

          Porém as teses, as antíteses, as diversidades, as individualidades, as contradições, os opostos, pertencem ao exterior, ou seja, essas coisas são as formas, as embalagens, aparências. Porém, a realidade é simples, somos um só espírito, como disse Jesus, Krisna, Buda e outros que viveram e despertaram. Saber isso, é viver com alegria, com compaixão e com compaixão.

sexta-feira, 14 de junho de 2013

A liberdade é o nosso destino



O livro de Leonardo Boff , sobre a parábola da Águia e da galinha. É uma boa reflexão sobre a condição humana, sobre o comportamento humano. O ser humano, sendo por natureza superior. Compara-se a águia; mas, ás vezes, é condicionado pela ideologia social, é explorado pelo sistema econômico. Às vezes, é condenado a viver como galinha, alienado, dominado.
           Porém o salto aos céus é dado por todos nós, dentro do nosso próprio ritmo e grau de evolução. Um salto para a liberdade porque a nossa natureza é de vencedor. É de conquistador. Somos um ser que deseja a altura  espiritual e social. Nossa natureza é a sabedoria, é a compaixão e a coragem. Somos liberdade, destinados a ser livres.

 

quarta-feira, 12 de junho de 2013

O maior dos mandamentos




            
           Ao testar Jesus sobre as escrituras, os fariseus perguntaram qual é o maior dos mandamentos. Jesus disse que eles podem ser resumidos apenas em dois: 1º amar a Deus sobre todas as coisas, de todo o coração, de toda a sua alma e de todo o entendimento, e o 2º amar ao próximo como a ti mesmo. Cristo nos ensina o caminho do amor. Ensina-nos a compaixão, pois quem a tem demonstra sabedoria espiritual, consciência ampla, integral e plena.
Outra coisa, para amar o próximo  é necessário que a pessoa ame a si mesmo, pois cheio de estima por si, é como uma energia que saindo de seu centro erradia de luz o próximo, erradia todos os seres, ilumina o mundo. 

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Corrupção, prática comun das ideologias de direita e de esquerda

 
          A compaixão, fruto da sabedoria, fruto da expansão da consciência, é o caminho verdadeiro para a construção de uma humanidade justa e sustentável. Pois, pela política, o que observamos são discursos a favor da libertação dos pobres, são críticas contra os governos que estão no poder; mas quando os opositores, os "revolucionários" chegam ao poder e esquecem os interesses coletivos, transformam-se na aristocracia política, transformam-se em funcionários estatais elitizados, tornam-se praticante da corrupção e da burocracia, passando a cuidar melhor dos lucros da classe dominante.
          Por isso, devemos aprender a compaixão e praticá-la para servir simplesmente pelo prazer de amar incondicionalmente o próximo.


quarta-feira, 8 de maio de 2013

Aceitando a morte material


A morte de um ente querido é sempre um sentimento dolorido no coração de quem ama.
            Há uma historia Zen bonita: em uma vila, uma mãe perdeu seu único filho, ela o amava imensamente. Ela abraçava o corpo do filho não permitindo que o enterrassem. Preocupados, os familiares a levaram a um sábio mestre.
           A mãe pediu que o mestre trouxesse o seu filho de volta. O mestre respondeu que primeiro ela tinha que cumprir uma tarefa. Ele disse, "vá as casas do vilarejo e peça uma semente de mostarda para cada família que nunca tenha perdido um ente querido, e traga a mim".
           A mãe voltou ao mestre sem nenhuma semente de mostarda. Ela Aceitou o fato e compreendeu que as formas se transformam, nascem, crescem, e morrem, mas o espírito é eterno, é a nossa natureza.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

A unidade do idealismo e do materialismo


Hegel quando escreveu sobre a unidade e prioridade da consciência estava correto, porém, a forma distorcida como se popularizou suas idéias, inclusive manipulada como ideologia a serviço das falsas religiões e classes poderosas da época; motivou Marx a fazer uma crítica justa ao hegelismo. Marx colocou a filosofia de cabeça para baixo, dizendo que a matéria é a base da vida. Hoje fica claro, que os dois sistemas estão corretos, pois Consciência e matéria é uma única realidade.
           O equívoco é falar de matéria como objetos separados e independentes, e incorretos, são falar do pensamento como entidade separada. A vida é um Ser, uma Existência, uma Consciência Una, o campo quântico; é o que Você é, é o que Eu Sou quando estamos  nos momentos de harmonia com o todo, nos momento de meditação,  Eu Sou o todo; depois dessa clareza sentimos a compaixão e, passamos a ação transformadora pelo nosso irmão, por nós mesmos, pois Eu e meu semelhante, essencialmente somos Um só.