Somos um só

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Corrupção, prática comun das ideologias de direita e de esquerda

 
          A compaixão, fruto da sabedoria, fruto da expansão da consciência, é o caminho verdadeiro para a construção de uma humanidade justa e sustentável. Pois, pela política, o que observamos são discursos a favor da libertação dos pobres, são críticas contra os governos que estão no poder; mas quando os opositores, os "revolucionários" chegam ao poder e esquecem os interesses coletivos, transformam-se na aristocracia política, transformam-se em funcionários estatais elitizados, tornam-se praticante da corrupção e da burocracia, passando a cuidar melhor dos lucros da classe dominante.
          Por isso, devemos aprender a compaixão e praticá-la para servir simplesmente pelo prazer de amar incondicionalmente o próximo.


quarta-feira, 8 de maio de 2013

Aceitando a morte material


A morte de um ente querido é sempre um sentimento dolorido no coração de quem ama.
            Há uma historia Zen bonita: em uma vila, uma mãe perdeu seu único filho, ela o amava imensamente. Ela abraçava o corpo do filho não permitindo que o enterrassem. Preocupados, os familiares a levaram a um sábio mestre.
           A mãe pediu que o mestre trouxesse o seu filho de volta. O mestre respondeu que primeiro ela tinha que cumprir uma tarefa. Ele disse, "vá as casas do vilarejo e peça uma semente de mostarda para cada família que nunca tenha perdido um ente querido, e traga a mim".
           A mãe voltou ao mestre sem nenhuma semente de mostarda. Ela Aceitou o fato e compreendeu que as formas se transformam, nascem, crescem, e morrem, mas o espírito é eterno, é a nossa natureza.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

A unidade do idealismo e do materialismo


Hegel quando escreveu sobre a unidade e prioridade da consciência estava correto, porém, a forma distorcida como se popularizou suas idéias, inclusive manipulada como ideologia a serviço das falsas religiões e classes poderosas da época; motivou Marx a fazer uma crítica justa ao hegelismo. Marx colocou a filosofia de cabeça para baixo, dizendo que a matéria é a base da vida. Hoje fica claro, que os dois sistemas estão corretos, pois Consciência e matéria é uma única realidade.
           O equívoco é falar de matéria como objetos separados e independentes, e incorretos, são falar do pensamento como entidade separada. A vida é um Ser, uma Existência, uma Consciência Una, o campo quântico; é o que Você é, é o que Eu Sou quando estamos  nos momentos de harmonia com o todo, nos momento de meditação,  Eu Sou o todo; depois dessa clareza sentimos a compaixão e, passamos a ação transformadora pelo nosso irmão, por nós mesmos, pois Eu e meu semelhante, essencialmente somos Um só. 

quarta-feira, 1 de maio de 2013

O dia do trabalho: A senssível compaixão


Viva o dia do trabalho. Quando se é insensível à exploração do trabalhador temos aí uma pessoa egoísta; mas servir e amar a todos como a nós mesmo, isso é compaixão. Jesus na paixão de cristo deu sua vida material por nós, os seus irmãos. Ele mostrou o caminho do amor ao próximo. Agora seguimos seus passos, lutando e amando, por justiça, pela liberdade da consciência, e pela libertação do homem.
Na sociedade que eu defendo todos têm o poder criativo de viver feliz. Sou contra qualquer centralização autoritária do poder. E o critério ético é o princípio do trabalho. Viva o dia do trabalho.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Sei que nada sei



A vida não pode ser compreendida. Ela é um mistério para ser vivido, para ser desfrutado.
Depois que Sócrates, o sábio Grego, disse “Eu sei que nada sei”, algumas pessoas achavam que ele estava com falsa humildade, já que era considerado o homem mais inteligente da Grécia. Não era hipocrisia, Sócrates sabia que a verdade não podia ser dita. Ele era sábio, não dava respostas, só as pessoas ignorantes têm respostas para tudo.
Ele dizia que sua maneira de dialogar era como um trabalho de uma parteira. Pelo diálogo, Sócrates levava as pessoas à duvidar e a reconhecer sua incapacidade de conhecer as verdades últimas. Assim, seus discípulos superavam todas as ilusões da mente. E desse sofrimento, nascia uma sabedoria leve e luminosa.
A falsa sociedade não aceita pessoas como Sócrates, como Jesus e muitos outros. Ela os assassinam, quer dizer, pensa que os matam. Pois a nossa consciência, o nosso ser é de Deus, quer dizer de Jesus, de Sócrates... Por isso, continuamos rebeldes, graças a Deus.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

O paraíso agora


Geralmente, a pessoa espiritual só se preocupa com o fim da vida. Ela somente se interessa em chegar ao fim da vida e alcançar o paraíso. Focados na salvação, que prá elas, só chega após a morte, algumas pessoas negam o sorisso, a dança, a poesia, a música, a emoção... Dizendo elas: "São coisas do mundo".
          Essa postura é torturante para a própria pessoa. Desenvolve o sentimento de culpa. As pessoas acham que não são dignas de se alegrar. Daí projetam, pra elas mesmas, o sofrimento, a autopunição, doenças...
         Eu acredito é na celebração da vida, na alegria, no êxtase. Esse é o paraíso que não tem antes nem depois. Não tem nenhuma localização geográfica como grande, pequeno, perto, distante. O paraíso é o agora eterno e é a unidade dinâmica da vida.
        A vida é uma viagem contínua. Osho diz que "Na vida há milhões de flores, os passáros cantam canções e o sol nasce, e a noite é cheia de estrelas. Deixe também a jornada ser bonita."

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Dialética sim, Materialismo?


Há duas explicações principais sobre a realidade. Uma é o positivismo, ela afirma só o lado bom da vida e nega o conflito, a luta e o contrário. A outra concepção é o materialismo dialético, que se não evoluir ou desenvolver permanecerá incompleto, apesar de ser superior; pois a matéria não é determinante, ela é criada pelo pensamento, podendo também o pensamento ser influenciado pela matéria; mas nem uma dessas abstrações existem, nem a matéria, nem as imagens de pensamento, elas são ilusórias; antigamente Issac Newton dizia que a realidade era formada pela mecânica dos blocos materiais, daí projetou-se que a matéria ou blocos materiais fossem a essência dos fenômenos; hoje, a física moderna ultrapassou esse conhecimento.
            Assim, a matéria ou a ideia são inexistentes, são criações da imaginação mental; a realidade derivante é o processo, o campo quântico, a consciência una, onde a matéria ou a realidade objetiva são padrões transitórios, fugazes.
            Portanto, o positivismo, mesmo hegemônico e guiando muita gente, ele é excludente. E o materialismo dialético, mesmo com todos os avanços que ele proporcionou para a humanidade, hoje, ele necessita de desenvolvimento e atualização da linguagem.